Para ler Alberto da Cunha Melo na UNICAP

Para ler Alberto da Cunha Melo na UNICAP

Alunos e professores da UNICAP, em aula comemorativa em homenagem ao poeta, por Cláudia Cordeiro.     ...

“Cantos de Contar: um novo Alberto da Cunha Melo”, por Isabel de Andrade Moliterno

“Cantos de Contar: um novo Alberto da Cunha Melo”, por Isabel de Andrade Moliterno

Há muito tempo não sentia uma brisa tão confortante como esta, que parece feita por mim mesmo, para o meu corpo. A poesia de Alberto da Cunha Melo sempre chamou a atenção pela mane ...

A tentação de Yacala, por Bruno Tolentino

A tentação de Yacala, por Bruno Tolentino

[O que disseram sobre Alberto da Cunha Melo - XI] A TENTAÇÃO DE YACALA , por Bruno Tolentino O pernambucano Alberto da Cunha Melo renova e amplia a poesia maior do Brasil com um ma ...

Ordem e caos em “Relógio de ponto”, por Isabel de Andrade Moliterno

Ordem e caos em “Relógio de ponto”, por Isabel de Andrade Moliterno

[O que disseram sobre Alberto da Cunha Melo - IX] Ordem e caos em “Relógio de ponto”, por Isabel de Andrade Moliterno Publicação do corpo é o terceiro livro de Alberto da Cunha Mel ...

“Alberto da Cunha Melo, grande pecador ou seis propostas para uma nova leitura”, por Hilberto Barbosa Filho

“Alberto da Cunha Melo, grande pecador ou seis propostas para uma nova leitura”, por Hilberto Barbosa Filho

[O que disseram sobre Alberto da Cunha Melo - VIII]        A primeira concerne ao título: O cão de olhos amarelos & outros poemas inéditos. Todos sabemos da relevância de um tí ...

“Meditação sobre os Lajedos”, por Ermelinda Ferreira

“Meditação sobre os Lajedos”, por Ermelinda Ferreira

[O que disseram sobre Alberto da Cunha Melo VII] “Lajedos// Limpos, inorgânicos mundos,/ que não apodrecem nem fedem,/ após brevíssimo esplendor,/ como os seres salvos do Éden.// c ...

“A ordem fatal das coisas vivas”, por Mário Hélio

“A ordem fatal das coisas vivas”, por Mário Hélio

[O que disseram sobre Alberto da Cunha Melo - VI] “El veinticinco de junio/le dijeron al Amargo/ ya puedes costar se quieres/ las adelfas de tu patio./ Pinta una cruz en la puerta/ ...



Tributo a Cyl Gallindo. Poemas

STOP - parou a vida CYL GALLINDO Para Carlos Drummod de Andrade Choro copiosamente por um homem mas sei que é um choro cego, surdo e mudo, e com os olhos secos. Portanto, é um gesto camuflado: nunca poderá ser visto, como nunca se vê nada por dentro de um homem. Todas as palavras que possa dizer para ele ou s more ...

fevereiro 10, 2013 (0) comments

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